Estava a conversar com meu primo, Hugo Raphael de Oliveira Félix, que foi ao Estados Unidos da América no ano de 2008, foi legalmente, ele não sofreu preconceito por ser loiro de olhos claro, passava despercebido mas notavam que era estrangeiro pelo sotaque.
Uma coisa que ele notou foi que o Inglês faz uma grande diferença no emprego, citando a frase: "Como tive um avanço no inglês maior que maioria dos outros brasileiros, logo me tornei o gerente, que seria a mediação entre os americanos patrões, e o povo brasileiro, pelo inglês."
Disse também que trabalhou com vários estrangeiros, com jamaicanos, chineses, mexicanos, gente da Sérvia e Montenegro.Falou também que o exercito tem grande interesse pelos imigrantes, que doaram camisas mostrando como era fácil conseguir o Green-Card caso servisse ao exercito na guerra do Iraque.
Inglês é quase tudo
terça-feira, junho 09, 2009 | 2 Comments
SE INFORME: DIA 25 DE JUNHO É O DIA DO IMIGRANTE.
terça-feira, junho 09, 2009 | 0 Comments

A charge exagera, mas podemos encontrar algo não muito diferente nas travessias. Você quer mesmo se arriscar?
Pense antes de escolher o caminho ilegal!
terça-feira, junho 09, 2009 | 2 Comments
Paulo Diniz - I wanna to go back to Bahia
I don't want to stay here
I wanna to go back to Bahia
Eu tenho andado tão só
Quem me olha nem me vê
Silêncio em meu violão
Nem eu mesmo sei porque.
De repente ficou frio
Eu não vim aqui para ser feliz
Cadê o meu sol dourado?
Cadê as coisas do meu país?
I don't want to stay here
I wanna to go back to Bahia.
Eu tenho andado tão só
Quem me olha nem me vê
Silêncio em meu violão
Nem eu mesmo sei porque.
Via Intelsat eu mando
Notícias minhas para "O Pasquim"
Beijos pra minha amada
Que tem saudades e pensa em mim
I wanna to go back to Bahia.
Essa música trata das pessoas que foram forçadas a ir a outros países e lá chegando viram o quanto era diferente aquela realidade.Paulo Diniz fez essa musica na época da ditadura quando ele foi exilado, seu amigo Caetano Veloso escrevia cartas dizendo que estava solitário em Londres, viu que não era o único que se sentia sozinho em outro país, assim resolveu compor essa canção.
Muitos pensam que quando chegar em outros país, vai ter muita facilidade de ficar rico, fazer amizades, trabalhar mas a cação mostra uma das grandes dificuldades encontradas pelos estrangeiros que é o preconceito.
terça-feira, junho 09, 2009 | 3 Comments
Operação prende 80 imigrantes
domingo, junho 07, 2009 | 1 Comments
Imigrante é Morto na Tentativa de Fuga
domingo, junho 07, 2009 | 1 Comments
'Canção do exílio'
Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá; As aves que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nossas várzeas tem mais flores, Nossos bosques tem mais vida, Nossa vida mais amores. Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá. Que tais não encontro eu cá; Em cismar - sozinho, à noite - Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu'inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá Canção do exílio - Gonçalves Dias O poema de Gonçalves Dias, Canção do exílio, que abre o livro Primeiros Cantos e marca a obra do autor como um dos mais conhecidos poemas da língua portuguesa no Brasil, reflete o mundo e os sentimentos dos exilados econômicos na terra do Tia do Sam. A poesia, escrita em julho de 1843, em Coimbra, é uma manifestação panteísta de contemplação da natureza como obra divina, sendo refúgio do poeta em seus momentos de saudosismo e desalento por se encontrar longe de sua terra natal. O poeta da Primeira Geração Romântica, Gonçalves Dias, desenha com letras a realidade de imigrantes brasileiros nos Estados Unidos. Gonçalves Dias com o poema "Canção do Exílio" registra os sentimentos de milhares de exilados brasileiros nos Estados Unidos. O poema tem como principal marca o saudosismo, o desejo por algo que está longe. Saudosismo e desejo são inflados pela idealização do país, uma imagem bem estigmatizada do Brasil, e até um pouco fantasiosa, pois já foi comprovado que sabiás não cantam nas palmeiras, apenas pousam nelas e dólares não crescem em árvores nas cidades americanas.
Nosso céu tem mais estrelas,
Em cismar, sozinho, à noite,
Minha terra tem primores,
Não permita Deus que eu morra,
sábado, junho 06, 2009 | 1 Comments
"Por trás da Migração"





terça-feira, junho 02, 2009 | 8 Comments
